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27/02/2018
Empresa portuguesa GALP investirá U$ 2 bilhões no pré-sal
Pré sal exigirá investimentos de U$ 150 a U$ 200 Bilhões até 2020.
 

A exploração de petróleo na área do pré-sal do Brasil deverá envolver investimentos de 150 bilhões a 200 bilhões de dólares das várias petrolíferas na região até 2020, afirmou presidente-executivo da Galp, Manuel Ferreira de Oliveira.
Ele afirmou que os custos operacionais da exploração serão de cerca de 2 bilhões de dólares por ano na próxima década, prevendo que a região produza 2 milhões de barris por dia no ano de 2020. A camada pré-sal é uma região de cerca de 800 quilômetros que vai da costa do Espirito Santo a Santa Catarina. "Os investimentos que se esperam naquela região, entre 2009 e 2020, vão andar entre 150 a 200 bilhões de dólares e os custos operacionais médios na década serão superiores a 2 bilhões de dólares por ano", disse o CEO da Galp em uma cerimônia da empresa.
A Galp está presente no Brasil através de 23 parcerias com a Petrobras e prevê iniciar a produção de petróleo na bacia de Santos em abril deste ano, com um projeto-piloto no poço de Tupi, disse Ferreira de Oliveira. "A Galp tem um papel relevante nesses números (de investimento), é um player relevante, o segundo maior", afirmou Ferreira de Oliveira, sem detalhar a parcela de investimento da empresa portuguesa.
Ele acrescentou que o Brasil será a principal região para a Galp ampliar a sua capacidade de produção de petróleo ao longo dos próximos anos, junto com Angola. A Galp tem como meta, no espaço de uma década, aumentar a produção dos 15.000 barris diários para 150.000. "Diria mais no Brasil do que em Angola. Segue-se depois a Venezuela e Timor", disse Ferreira de Oliveira.
Ele destacou ainda que a atual conjuntura de recessão global não deverá ter impacto significativo sobre os projetos de exploração petrolífera no Brasil. "Ai de nós se deixarmos de pensar numa escala de décadas só porque temos uma crise que nos vai afetar durante alguns trimestres", disse o CEO da Galp.

Por Ruben Bicho

 
 
 
 
Fonte: O Estadão
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