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09/11/2017
Projeto de R$ 5,5 bilhões está parado no Ministério dos Transportes.
Governadores de Rio e Espírito Santo fazem pressão por ferrovia que ligará os dois estados.
 

RIO - Os governadores do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e do Espírito Santo, Paulo Hartung, assinam nesta quarta-feira carta que será endereçada ao presidente Michel Temer, reiterando a importância da instalação de um corredor ferroviário entre os dois estados. O projeto, de R$ 5,5 bilhões, está parado no Ministério dos Transportes, travando investimentos privados. A pressão política ocorre num momento em que especialmente o Estado do Rio passa por dificuldades, com atrasos de salários de servidores e recursos insuficientes para investir em infraestrutura e mesmo em áreas básicas, como saúde e segurança. 

A ferrovia, batizada de EF-118 e com extensão de 577 quilômetros, vai ligar as cidades de Rio e Vitória, passando por dois portos relevantes para o desenvolvimento dos dois estados: o Porto do Açu, em São João da Barra (Norte Fluminense), e o Porto Central, em Presidente Kennedy (ES). Este último ainda está em fase de licenciamento ambiental. A expectativa, caso o projeto saia do papel, é que cargas como rochas ornamentais, minério de ferro, produtos siderúrgicos, entre outros, possam ser transportadas pelo corredor ferroviário e exportadas pelos dois portos. A linha férrea também será uma alternativa ao escoamento de grãos do Centro-Oeste, uma vez que vai se conectar à ferrovia que liga o Rio a Santos, principal exportador de commodities agrícolas do país.


O projeto da EF-118 estava previsto no Programa de Investimento em Logística (PIL), lançado em 2012, e foi mantido na segunda versão do PIL, de 2015. Inicialmente orçado em R$ 7,6 bilhões, teve o investimento revisto para baixo após estudos de viabilidade e de demanda de carga feitos pelas empresas Prumo Logística, dona do Porto do Açu, e pelo Porto Central. A facilidade de implementar o projeto é que esse trecho ferroviário já existiu. Cerca de 150 quilômetros do traçado da ferrovia seriam reaproveitados. Além disso, não haveria necessidade de fazer desapropriações. Já foram feitas quatro audiências públicas sobre o projeto ao longo de 2016.


A Prumo, hoje controlada pela americana EIG, é a antiga LLX, que pertencia ao empresário Eike Batista. Hoje, Eike tem menos de 1% das ações. Há 11 empresas instaladas no Porto do Açu.


 
 
 
Fonte: O Globo
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